Termora
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versão 0.1.78 · Windows 10/11

COMMAND
YOUR NETWORK.

Network CLI & Operations Platform

Uma plataforma de CLI e operações criada para tornar o trabalho com redes mais rápido, organizado e eficiente — do acesso ao equipamento até o fim do troubleshooting.

Windows 10/11 SSH Telnet Serial as senhas não saem da sua máquina
termora — workspace
Três sessões abertas em painéis divididos no TERMORA: tabela de interfaces com up e down coloridos, consulta de ONU por serial e configuração do equipamento.

Fala com o que já está na sua rede

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Não é só uma ferramenta de acesso

Abrir o SSH é o começo do trabalho, não o trabalho. O TERMORA acompanha o que vem depois: executar, conferir, comparar, procurar e registrar.

Menos ferramentas espalhadas Terminal, ping, varredura de portas, SNMP, backup de configuração e busca de cliente na mesma janela.
Menos tarefas repetitivas O comando que você repete em vinte equipamentos vira um disparo só, e o que você digita toda semana vira snippet.
Mais contexto O que importa fica colorido na hora, a saída em colunas vira tabela, e tudo o que passou pela tela fica gravado.
Mais agilidade para resolver As ferramentas de diagnóstico ficam a um clique do terminal onde o problema apareceu.

O que existe hoje

Cada item aqui é uma tela ou um comando que já funciona — nada de roadmap disfarçado de recurso.

Acesso

  • SSH, Telnet e console serial Os três protocolos na mesma janela, com abas e painéis que dividem à direita ou abaixo. A sessão não cai no rearranjo.
  • Equipamento sem rota direta Chega por outro host, configurado no grupo. Quem cadastra não precisa lembrar do salto a cada conexão.
  • Inventário em grupos Pastas por região ou função, com busca por nome, IP, fabricante ou tag. Protocolo, porta e credencial descem do grupo.
  • Importação por CSV Traz a lista que já existe, inclusive o export do Termius. Credencial repetida vira uma só no cofre.

Operação

  • O mesmo comando em vários equipamentos Por seleção, grupo ou tag, sem abrir terminal. O resultado chega conforme cada um responde.
  • Intenção em vez de comando "Estado das interfaces" ou "ONUs da porta PON": cada equipamento recebe o comando do fabricante dele.
  • Snippets com lacunas O procedimento que você repete toda semana, com os campos a preencher aparecendo enquanto se digita.
  • Saída em colunas vira tabela E sai em CSV, para quando a resposta precisa ir para outro lugar.

Troubleshooting

  • Achar a ONU sem saber a OLT Procura o cliente por serial em todas as OLTs ao mesmo tempo e diz em qual porta ele está.
  • Ping e traceroute, IPv4 e IPv6 Sem precisar de administrador na máquina e sem sair da janela onde o problema apareceu.
  • Varredura de portas Diz quais portas respondem e qual protocolo atende em cada uma.
  • Consulta SNMP GET e caminhada, para o que é mais rápido perguntar pela MIB do que pela CLI.
  • Backup e comparação de configuração Puxa a configuração de vários equipamentos e mostra exatamente o que mudou entre duas versões.

Registro

  • Gravação de sessão Tudo o que apareceu na tela, cifrado, com a hora de cada comando. Reproduz no ritmo original.
  • Busca dentro das gravações Procura o texto que passou pela tela, não só o nome do equipamento.
  • Etiqueta de manutenção Amarra tudo o que foi feito a um número de chamado, para a conversa do dia seguinte ter onde começar.
  • Auditoria com verificação de integridade O registro do que foi feito, e a checagem de que ele não foi adulterado depois.

Leitura

  • Detectores prontos IPv4, IPv6, MAC, potência óptica, serial de ONT e nome de interface, coloridos na hora.
  • Regras de destaque down, LOS e alarm em vermelho no meio de 300 linhas. Importa linguagens do Notepad++.
  • Casa por palavra inteira up não pinta uptime, e as cores que o equipamento manda são respeitadas.

Segurança

  • Cofre cifrado na sua máquina A chave é protegida pelo Windows e amarrada àquela conta: copiar a pasta para outro computador não abre nada.
  • Guarda de comando perigoso reload, write erase e no onu param antes do Enter, dizendo o que fazem e em qual equipamento.
  • Identidade do equipamento Fingerprint registrada no primeiro acesso. Se mudar, a conexão para e avisa.
  • Papéis e permissão por grupo Admin, operador e leitura. Quem é leitura acompanha a sessão sem que o que digita chegue ao equipamento.
Troubleshooting

Quando o problema aparece,
você precisa de contexto e de pressa

O tempo entre "alguém abriu um chamado" e "achei a causa" é onde a ferramenta ajuda ou atrapalha. O TERMORA foi pensado para esse intervalo.

1 Chega o chamado

Abre a etiqueta de manutenção com o número do chamado. Daí em diante, tudo o que você fizer fica amarrado a ele.

2 Onde está o cliente?

Procura a ONU por serial em todas as OLTs ao mesmo tempo, em vez de abrir uma por uma até achar.

3 O que a rede responde?

Ping, traceroute, varredura de portas e SNMP sem trocar de programa — e sem perder o terminal que já estava aberto.

4 Mudou alguma coisa?

Compara a configuração de hoje com a da semana passada e vê o que mudou, linha por linha.

5 Fica registrado

A sessão inteira gravada, com hora de cada comando — para o próximo que pegar um chamado parecido.

Inventário

Sua rede inteira, em grupos

Hosts em pastas por região ou função, com busca por nome, IP, fabricante ou tag. Protocolo, porta e credencial descem do grupo: cadastrar equipamento novo vira só nome e endereço.

  • Importa a lista do Termius, em CSV
  • Credencial repetida vira uma só no cofre
  • Equipamento sem rota direta chega por outro host
Tela de hosts do TERMORA com grupos de OLTs, roteadores e switches.
Escala

O mesmo comando em 40 equipamentos

Escolha por seleção, grupo ou tag e rode em todos. Ou, em vez do comando, escolha o que você quer saber — "estado das interfaces", "ONUs da porta PON" — e cada equipamento recebe o comando do fabricante dele.

  • A resposta em colunas vira tabela e CSV
  • Quem não tem aquela operação avisa, em vez de receber comando errado
  • Passa pela guarda de comando perigoso antes de disparar
Tela de execução em lote do TERMORA com a lista de equipamentos e o campo de comando.
Auditoria

"Quem mexeu nisso na semana passada?"

Toda sessão é gravada com marcação de tempo e guardada cifrada. A tela de histórico procura dentro das gravações e reproduz no ritmo original, com as cores que estavam na tela.

  • Nada é apagado — a gravação é compactada, não descartada
  • Cada comando com a hora em que foi enviado
  • Senha não entra: o que não é ecoado não é gravado
Histórico de sessões gravadas no TERMORA, com duração, tamanho e busca dentro das gravações.
Leitura

O que importa, colorido na hora

Detectores prontos para IPv4, IPv6, MAC, potência óptica, serial de ONT e nome de interface. down, LOS e alarm em vermelho no meio de uma listagem de 300 linhas.

  • Importa linguagens do Notepad++
  • Casa por palavra inteira: up não pinta uptime
  • Respeita as cores que o próprio equipamento manda
Configurações de destaques do TERMORA, com regras de detector para IP, MAC e potência óptica.

Seu conhecimento resolve o problema.
O TERMORA ajuda a chegar até ele mais rápido.

Nenhuma das coisas abaixo é difícil de fazer à mão. O ganho está em não precisar fazer, de novo, toda vez.

Abrir sete abas de SSH para o mesmo comando Selecionar o grupo e disparar uma vez
Entrar em cada OLT até achar o cliente Procurar o serial em todas ao mesmo tempo
Lembrar o comando de cada fabricante Escolher a intenção e deixar o TERMORA traduzir
Trocar de programa para um ping Ping, trace, portas e SNMP na mesma janela
Reconstruir de memória o que foi feito ontem Abrir a gravação e procurar dentro dela

As senhas não vão para lugar nenhum

O TERMORA roda na máquina de quem usa. O cofre é cifrado e a chave é protegida pelo Windows, amarrada àquela conta — copiar a pasta para outra máquina não abre nada. Este site nunca vê uma senha de equipamento: não há o que vazar daqui.

Identidade do equipamento

Fingerprint registrada no primeiro acesso. Se mudar, a conexão para e avisa — inclusive quando um equipamento que já falava algoritmo moderno de repente só aceita os antigos.

Guarda de comando perigoso

reload, write erase, no onu param antes do Enter, dizendo o que fazem e em qual equipamento. O foco cai no Cancelar.

A sessão não sobrevive

Fechou o TERMORA com uma OLT aberta e abriu de novo: nada conectado. Quem sentar na máquina depois não encontra terminal de equipamento esperando.

Papéis e permissão por grupo

Admin, operador e leitura. Quem é leitura entra na sessão e acompanha — o que ele digita não chega ao equipamento.

Sobre o TERMORA

O TERMORA nasceu de uma ideia simples: otimizar ao máximo os processos do dia a dia para tornar o trabalho mais simples, rápido e eficiente.

Na rotina de quem opera uma rede existem tarefas que se repetem sem parar — acessar equipamento, executar comando, consultar informação, rodar diagnóstico, repetir procedimento, alternar entre programas diferentes, procurar um dado no meio de um troubleshooting. Nenhuma delas é difícil. Somadas, tomam a maior parte do turno.

O projeto começou pela necessidade de facilitar o acesso via CLI, e foi crescendo na direção do que vinha depois do acesso. Hoje é uma plataforma pensada para acompanhar o profissional durante a operação inteira, e não só no momento de abrir a conexão.

O objetivo não é substituir o conhecimento do analista. É tirar do caminho o que não exige conhecimento nenhum, para que o tempo fique onde ele realmente importa: entender, diagnosticar e resolver.

Por que TERMORA?

O nome carrega terminal e a ideia de uma forma nova de operar. A CLI continua sendo o ponto de interação com a infraestrutura — é ali que o trabalho acontece, e não há intenção de esconder isso atrás de botões.

O que o TERMORA acrescenta é o que existe em volta do terminal: as ferramentas que você precisaria abrir separadamente, o registro do que foi feito e os atalhos para o que se repete.

O símbolo

Símbolo do TERMORA: um prompt de comando dentro de uma estrutura conectada.

O símbolo combina dois elementos da plataforma: comando e conectividade. O >_ é a CLI, a interação direta com o equipamento. A estrutura em volta, com os nós ligados nas pontas, é a infraestrutura de rede.

Juntos, dizem a ideia central: um comando como ponto de controle sobre uma infraestrutura conectada.

Planos

Licença anual por assento, com atualizações e suporte durante a vigência. Vencida, o TERMORA continua funcionando na versão instalada — você não perde acesso a nada por causa de uma renovação atrasada.

Durante o lançamento, é de graça. Criou a conta, a licença sai na hora — com todos os recursos, sem pedir cartão e sem prazo para deixar de abrir. Os preços abaixo valem para quando eu começar a cobrar; quem entrou antes continua com a licença que recebeu.
grátis agora

Individual

R$ 0 durante o lançamento
  • 1 assento
  • Execução em lote, backup e busca de ONU
  • Gravação e histórico de sessões
  • Atualizações e suporte por 12 meses
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Equipe

sob consulta / assento
  • Tudo do Individual
  • Papéis e permissão por grupo
  • Cofre compartilhado
  • Auditoria consolidada
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Servidor

sob consulta / ano
  • Instalado na infra do provedor
  • Acesso pelo navegador, com TLS
  • Nenhum dado sai da casa
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Tenha suas ferramentas de operação de rede em um só lugar. Crie a conta, baixe e instale — a licença sai junto, sem custo. versão 0.1.78 · 24.9 MB

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