O TERMORA nasceu de uma ideia simples: otimizar ao máximo os
processos do dia a dia para tornar o trabalho mais simples, rápido e
eficiente.
Na rotina de quem opera uma rede existem tarefas que se repetem sem
parar — acessar equipamento, executar comando, consultar informação,
rodar diagnóstico, repetir procedimento, alternar entre programas
diferentes, procurar um dado no meio de um troubleshooting. Nenhuma
delas é difícil. Somadas, tomam a maior parte do turno.
O projeto começou pela necessidade de facilitar o acesso via CLI, e
foi crescendo na direção do que vinha depois do acesso. Hoje é uma
plataforma pensada para acompanhar o profissional durante a operação
inteira, e não só no momento de abrir a conexão.
O objetivo não é substituir o conhecimento do analista. É tirar do
caminho o que não exige conhecimento nenhum, para que o tempo fique
onde ele realmente importa: entender, diagnosticar e resolver.
Por que TERMORA?
O nome carrega terminal e a ideia de uma forma nova de
operar. A CLI continua sendo o ponto de interação com a
infraestrutura — é ali que o trabalho acontece, e não há intenção
de esconder isso atrás de botões.
O que o TERMORA acrescenta é o que existe em volta do terminal: as
ferramentas que você precisaria abrir separadamente, o registro do
que foi feito e os atalhos para o que se repete.
O símbolo
O símbolo combina dois elementos da plataforma: comando e
conectividade. O >_ é a CLI, a interação
direta com o equipamento. A estrutura em volta, com os nós ligados
nas pontas, é a infraestrutura de rede.
Juntos, dizem a ideia central: um comando como ponto de controle
sobre uma infraestrutura conectada.